[Diário de uma Vida Nova] É o início?


Começar é um desafio. E recomeçar depois de tantas tentativas frustradas é ainda pior. Pois bem. Decidi que aos 30 anos é hora de recomeçar. Decidi que preciso mudar meus hábitos, minha forma de pensar, agir, sentir. Decidi que preciso aprender a viver de modo diferente.

Mudar meus pensamentos vai ser tarefa árdua. Costumo ser muito crítica com tudo e muito mais comigo mesma. Dizem que é coisa de capricorniano. Talvez se eu acreditasse em signos e astrologia, eu concordasse em gênero, número e ascendentes. Mas essa não é minha praia. A crítica foi ensinada em casa. É coisa de família.  Aprendi junto com um monte de outras coisas boas e ruins que estão nas caixas de mudança que estou organizando nessa grande faxina emocional/física/comportamental e… ah, vocês entenderam!

Estabeleci algumas metas para estes últimos meses do ano e espero concluí-las. Se não, vou poder apreciar a superação da inércia e dormir tranquila porque tentei. E depois decido se continuarei tentando. Nada de sofrer por antecipação. Aos poucos, vocês poderão se familiarizar com elas. Não tenhamos pressa. Uma coisa de cada vez.

O texto de hoje é para iniciar o projeto que resolvi chamar de Diário da uma Vida Nova. Não sei se o nome é original. Não procurei saber. Não deve ser até porque pelo que ando vendo pelas redes sociais muita gente está como eu, desejando a completude, buscando mudar suas vidas. Algumas em busca de atingir o ideal de felicidade que, sinceramente, só existe na propaganda de massa. Deixo essa reflexão para outro momento. Voltemos ao nome do projeto.

Pensei na possibilidade de criar um novo blog, com o nome Diário de uma Vida Nova. Mas desisti porque este aqui faz parte das minhas memórias. Escrevo para mim mesma. Para desabafar e me “ouvir”. Para registrar meus pensamentos e divagações para a Renata do Futuro.  Então, aqui estamos.

Bem, antes de saber para onde quero ir é importante estabelecer o ponto de partida. Sendo assim, onde estou?  Estou onde muita gente gostaria de já ter chegado aos 30 anos. Tenho meu apartamento próprio, sou casada, tenho um marido que me ama, sou funcionária pública. Saber reconhecer as conquistas e ser grata por cada uma delas é fundamental. Estou em contentamento. Talvez eu seja uma pessoa que  você chamaria de “uma pessoa feliz”.

Contudo, ainda há desafios pessoais para perseguir. E essas conquistas por realizar estão me atormentando há anos. Faz parte da minha personalidade a procrastinação. E essa é uma das principais mudanças que desejo implementar.  Para quem não sabe, procrastinar significa adiar. E isso eu faço com uma destreza que vocês não conseguem imaginar. Com o passar do tempo, prometo voltar a falar sobre isso. Afinal, procrastinadora tem sido meu sobrenome.

Em tempos de redes sociais, não pretendo compartilhar. Não vou fazer estardalhaço. Só viver. Um dia de cada vez. Vou viver. Não vou mais pensar no que eu desejo viver. Acho que esse é o começo. Se vai ser útil, eficiente, eficaz eu não sei. Não estou preocupada. E te convido a me acompanhar nessa trajetória. Pensando bem, eu te convido a se levantar e a viver também.

Beijundas.

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