Buenos Aires: 2º dia


Mais um dia por essas bandas e dessa vez com céu azul e sem chuva. Tempo quente, mas nada comparado ao calor abrasivo do Rio de Janeiro.

O dia de hoje foi dedicado às compras – bem poucas, para ser sincera, tendo em vista que os preços estão muito alto. Como meu marido estava decidido a comprar uma jaqueta de couro, resolvemos partir para Villa Crespo, onde dizem ser o lugar com mais opções e preços mais acessíveis. De fato, os preços, na maior parte das lojas, não se comparam aos da Calle Florida, mas deve-se considerar que Villa Crespo é distante do centro e, ao que me pareceu, um bairro residencial e de classe média/baixa.

Depois de comprar pesos na Florida, fomos para o nosso destino: a Calle Murillo con Gurruchaga e, pelo que percebemos, a redondeza se dedica ao comércio de artigos de couro de 1ª à última qualidade. É preciso ficar atento a esse detalhe. Entramos em algumas lojas, com modelos bem bonitos de jaquetas e preços variantes. Em algumas delas é possível chorar um desconto porque você negocia direto com o dono, às vezes único vendedor da loja. Por fim, compramos a bendita jaqueta por $ 1400. O importante de levar pesos é porque você geralmente consegue barganhar descontos “en efectivo”, ou seja, dinheiro vivo.

Já passava das 14h quando a fome bateu e partimos para Recoleta, mais ou menos perto dali. O Hard Rock Café, que fica no Buenos Aires Design Mall, foi o lugar escolhido para o almoço. Comida boa, ambiente agradável. Preço razoável.

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Aproveitamos para conhecer o shopping, dedicado à decoração de casa, com artigos muito legais, por sinal. Andamos um pouco pelo Centro Cultural Recoleta, no mesmo espaço. Um ambiente com vários espaços para exposição.

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Adoro painéis e esse espaço tem alguns bem legais!

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A essa hora o céu estava muito, muito azul.

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E mesmo com o celular, deu para tirar boas fotos.WP_20150107_036

E acabamos de voltar da Esquina Homero Manzi, um restaurante em Boedo, tradicional da cidade, onde servem boa comida e há apresentação de Tango durante todos os dias da semana. É uma boa opção para quem quer ver um show tipicamente portenho e não quer ou não pode pagar cerca de 500 reais por uma apresentação de Tango e jantar. O preço é justo e a comida é digna. A única coisa incomum que ocorreu lá foi descobrir que a gorjeta é tabelada!!! O garçom te traz um papel dizendo que a “propina” não está incluído no preço pago e que se “costuma” pagar 10% por isso. Bem, diante disso, você entende que é opcional – como é no Brasil – e você dá o que bem entende. Pois então, levei uma bronca do garçom. Ele não aceitou nossos 40 pesos. Disse que deveríamos pagar 90 pesos ou 20 reais por casal. Deveríamos!!! Não era opcional?!  Bom, isso me fez lembrar as conversas que tive com taxistas e alguns garçons durante a Copa no Rio de Janeiro, quando muitos argentinos passaram a perna, deixando de pagar as contas na cara dura. E nem estou falando dos 10%. Se isso acontece aqui qual deverá ser a reação dos hermanos? Vai saber… Passado o episódio, tudo estava muy rico y muy lindo, como se costuma dizer por aqui.


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