Deu (quase) certo! Por isso, estou contente.


Final e início de anos sempre somos levados a repensar o que deu certo e o que deu errado nos nossos planos pessoais. Para 2014, estabeleci uma série de metas e ao avaliar os resultados posso dizer que, de uma maneira geral, fique bem satisfeita com os resultados, mas principalmente com meu empenho.

Havia alguns anos que eu precisava dedicar tempo para cuidar da saúde – física, emocional, financeira. Para isso, foi necessário abrir mão de um valor que, então, me prejudicava demais: “o correr atrás”. Estamos sempre correndo atrás de alguma coisa, de algum projeto, de algum sonho. E, de tanto correr, nos desgastamos, cansamos e não chegamos ao lugar tão desejado. E ficamos tão envolvidos com o processo de conquistar o algo mais que não prestamos à mínima atenção ao que já temos em nossas mãos. O que acontece a partir daí? No meu caso, frustração e melancolia. Sabe aquela saudade do que nunca aconteceu?! Pois bem, cansei de me sentir assim. Cansei de ficar pensando em como seria se…

Sendo assim, resolvi experimentar algo que, para alguns que convivem comigo, soou estranho: parei de correr. Sentei. Cruzei os braços. E pensei no que realmente era importante para mim. Assim, decidi escolher aprimorar duas áreas do meu caráter: perseverança e comprometimento, comigo mesma.

Sabe qual foi o resultado? Quase consegui atingir a todas as minhas metas. Algumas ficaram bem longe de ser atingidas, mas ainda assim aprendi a valorizar algo que me ensinaram há uns anos: estar em contentamento. Ser grato por cada passo que foi dado à frente só nos faz bem!  Fecho o ano literalmente contente com o que vivi. Com a sensação de que, se não ganhei a medalha de ouro da competição, consegui completar o percurso e melhorar o resultado à cada prova!


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Contentamento significa “estar satisfeito”, “ter o bastante”.  E pensar no que isso implica, lembro do apóstolo Paulo que escreveu, nas cartas aos Filipenses,

“Ora, muito me regozijei no Senhor por finalmente reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade. /Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. /Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. / Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece. Filipenses 4:10-13

E é isso que eu desejo para 2015: mais consciência do que somos, contentamento, gratidão, mais comprometimento e mais perseverança!!!

Para pensar um pouquinho mais sobre o assunto, leia esta reflexão da Revista Ultimato. Clique aqui.

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