Hoje não é domingo, mas vou cuidar das coisas efêmeras

23 12 2010

Autoria:Tulipa Ruiz

Vou ficar mais um pouquinho,
Para ver se acontece alguma coisa
nessa tarde de domingo.

Hoje é o tempo preu ficar devagarinho
com as coisas que eu gosto e
que eu sei que são efêmeras
e que passam perecíveis
quee acabam, se despedem,
mas eu nunca me esqueço.

Vou ficar mais um pouquinho
Para ver se eu aprendo alguma coisa
nessa parte do caminho.

Martelo o tempo preu ficar mais pianinho
com as coisas que eu gosto e
que nunca são efêmeras
e que estão despetaladas, acabadas
Sempre pedem um tipo de recomeço.

Vou ficar mais um pouquinho, eu vou.

Fica mais um pouquinho! Assista o vídeo da Tulipa ouvisite seu myspace!





“What’s up?”

26 09 2010

Sabe aquelas bandas que fizeram sucesso com apenas uma música?! Então, passei algum tempo ouvindo algumas e surgiram músicas que me lembram a minha infância e pré-adolescência…
“What’s up?”, da banda For non Blondes É a que eu mais gostava. Eu não entendia nada do que estava sendo cantado. Nessa época nem sonhava em entender inglês, mas desejava ter uma bota e uma cartola igual a da Linda Perry.

Esta música também foi trilha sonora de uma viagem que fiz para Saquarema com uma coleguinha e vizinha de porta. A irmã dela estava com cachumba. Foi lá que aprendi o sentido figurado de “pegar jacaré”, após ficar com certo medo de entrar no mar. E que “levar caixote” pode ser uma experiência ruim mesmo para quem sabe nadar. Ah! Saquarema podia ser explorada em apenas poucas horas. Humpf!!! Nostalgia…

Hoje, com 25 anos, entendendo apenas um pouco mais de inglês do que naquela época, com o devido acesso à internet (algo com o que eu nem sonhava aos 8 anos) e ainda desejando ter uma bota como a da Linda Perry, volto a ouvir aquela música… Nunca fez tanto sentido como agora.

Pra vc acompanhar a música…

What’s Up?
Twenty-five years and my life is still
I’m trying to get up that great big hill of hope
For a destination
I realized quickly when I knew I should
That the world was made up for this
Brotherhood of man
For whatever that means

And so I cry sometimes when I’m lying in bed
Just to get it all out what’s in my head
And I, I am feeling a little peculiar

And so I wake in the morning and I step outside
And I take deep breath
And I get real high
And I scream from the top of my lungs
What’s going on?

And I sing hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
I said hey! what’s goin’ on?
And I sing hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
I said hey! what’s going on?

And I try, oh my God do I try
I try all the time
In this institution
And I pray, oh my God do I pray
I pray every single day
For a revolution

And so I cry sometimes when I’m lying in bed
Just to get it all out what’s in my head
And I, I am feeling a little peculiar

And so I wake in the morning and I step outside
And I take deep breath
And I get real high
And I scream from the top of my lungs
What’s going on?

And I sing hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
I said hey! what’s goin’ on?
And I sing hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
I said hey! what’s going on?

Twenty-five years of my life is still
I’m trying to get up that great big hill of hope
For a destination

Pra vc entender o que está cantando…

Qual É?
Vinte e cinco anos e minha vida está imóvel
Estou tentando subir aquela grande colina de esperança
Por um destino
Eu percebi rapidamente quando soube que
Aquele mundo era feito por esta
Irmandade dos homens
Seja lá o que isso signifique

E então eu choro algumas vezes quando estou deitada na cama
Apenas para excluir tudo o que está em minha cabeça
E eu, eu estou me sentindo um pouco peculiar

E então eu acordo pela manhã e saio lá para fora
E eu tomo um fôlego profundo
E eu me elevo
E grito a plenos pulmões
O que está acontecendo?

E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?
E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?

E eu tento, oh meu Deus como eu tento
Eu tento o tempo todo
Nesta instituição
E eu rezo, oh meu Deus como eu rezo
Eu rezo a cada dia comum
Por uma revolução

E então eu choro algumas vezes quando estou deitada na cama
Apenas para excluir tudo o que está em minha cabeça
E eu, eu estou me sentindo um pouco peculiar

E então eu acordo pela manhã e saio lá para fora
E eu tomo um fôlego profundo
E eu me elevo
E grito a plenos pulmões
O que está acontecendo?

E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?
E eu canto hey-yeah-yea-eah, eah hey yea yea
Eu disse hey! O que está acontecendo?

Vinte e cinco anos e minha vida está imóvel
Estou tentando subir aquela grande colina de esperança
Por um destino





Velho irlandês, vocês conhecem?!

31 08 2010

O som do Velho reflete o contexto musical em que está inserido: a efervescência multicultural do Rio de Janeiro. São letras, poéticas e autorais, que se fundem em harmonias de estrutura simples, mas longe da obviedade. No palco os teclados e efeitos sintetizados de Raphael Xavier se alicerçam no baixo objetivo de Max Folgado e nas levadas marcantes da bateria de Rômulo Xavier. Tudo isso acompanhando o belo e incomum timbre de Marcela Vale, que nos remete ao melhor que a voz brasileira já produziu. Marcela é, além de vocalista e guitarrista e também a principal compositora do Velho. Apesar da inegável influência do rock britânico e dos clássicos dos anos 1970 e 1980, a banda não tem reservas quanto ao estilo. Seus arranjos são uma verdadeira miscelânea destas influências com a musicalidade inata de seus integrantes, agregando elementos regionais brasileiros que vão desde o samba ao maracatu.

Fonte: Velho Irlandês

Que tal assistir ao vídeo de “A Ponte”?!








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