Entre amigos…

5 08 2009

Num bate-papo com o Diego, chegamos a conclusão: o que seria de um ser humano sem amigos? Além de só, não conseguiria chegar muito longe no caminho que deseja percorrer.

Parque LageNeste domingo, me lancei em mais uma loooonga jornada pelo Rio de Janeiro. Mas desta vez eu nem me atrevo a reclamar! Com excessão de Marília e Suzane que moram próximo a mim, meus outros acompanhates vieram de uma terra bem distante… Duque de Caxias e Magé. Vc leu corretamente. A Jaqueline é de Magé mesmo!

Juntos, fomos até a Igreja Batista Orla Sul, no Leblon, onde a banda Palavrantiga se apresentaria. Fui graciosamente surpreendida por Deus lá, que nos possibilitou sentar à mesa e partilhar do pão e do suco de uva da Santa Ceia. Acho que o Frós concorda comigo. Picnic

Depois de cumprimentar os amigos, partimos para comprar mais algumas coisas para o nosso picnic. Tivemos um excelente tempo de qualidade no Parque Lage. O grupo? Marília, Suzane, Joyce, Diego, (Diego) Frós, Jaqueline e eu. Além de muitas fotos, espontâneas ou não, pudemos descançar do corre-corre, conversar,caminhar, respirar ar puro, dar muitas risadas e aproximar os corações. Fazia tempo que queria estar naquele lugar. E com aquelas pessoas. Ainda bem que tenho amigos que me ajudam a chegar onde desejo. Mesmo sendo loooooooooonge!

Ou pode ser pertinho também. Pois é, ontem vivenciei mais uma experiência que comprova o que Diego e eu pensamos. Numa breve conversa com um amigo pelo msn, consegui chegar até outra pessoa, que me parecia estar muito distante. Me rendeu uma boa conversa, uma aproximação cuidadosa e acho que mais alguns amigos!





Uma sala, um house show e um monte de pessoas felizes!

4 08 2009

É muito difícil aguém me tirar de casa à noite, principalmente durante a semana. A correria do dia-a-dia e minha longa jornada diária ao trabalho-faculdade-casa consome parte do meu ânimo. A outra, considerável, fica por conta do desgaste com o monótono serviço burocrático e repetitivo. Entretanto, na última quinta-feira (dia 30/07), me lancei em mais uma longa jornada. Desta vez, com destino a casa do Eduardo Mano, na Tijuca. O motivo? Apresentação da banda Palavrantiga.

Da praça Sanz Peña, onde encontrei Luiz (Virá) e sua amiga Ana, partimos para a Travessa Jaicós. Ao chegar, fomos recepcionados pela desinibida cadela bacê (sei lá se é essa a raça dela) Madelaine.

by Eduardo Mano

by Eduardo Mano

Ao entrar na sala, pude observar o ambiente aconchegante preparado para nos receber a todos: músicos e convidados. Ficou a sensação de que aquela apresentação seria muito especial. E não digo isto pelo fato de ser um showzim alternativo, realizado em casa, com uma estutura bacana, mas pela oportunidade de novos vínculos serem criados. Gosto muito de estar entre pessoas. Melhor ainda se compartilhamos de interesses.

No conforto do sofá, até o início da apresentação, pude conversar com algumas pessoas e dar boas risadas – mesmo com a persistente enxaqueca. No intervalo, mais bate-papo com direito a cajuzinho (delícia) e enxaqueca (xexelenta!). Encontro com,até então, amigos virtuais. Curioso como nos esbarramos neste ou naquele site de relacionamento com as mesmas pessoas. Fazemos parte de uma mesma rede, frequentamos lugares em comum e, finalmente, chega o dia do encontro. Um excelente momento de firmar parcerias de projetos, compartilhar sonhos e perspectivas ministeriais. Como crescemos com isso. Como podemos, hj, transformar esta troca essencial em mercadoria?

by Renata Telha

by Renata Telha

Aquela quinta-feira me proporcionou uma perspectiva muito boa do futuro, com novos amigos na bagagem e a experiência que não troco de assistir ao pocket do Palavrantiga em um ambiente tão descontraído e caloroso. Ao ouvir as músicas novas fiquei pensando em uma série de coisas… Na qualidade do cd que está sendo gerado com tanta seriedade, na expectativa do povo que espera pelo lançamento, no comprometimento do Marcos, Lucas, Josias e Felipe em servir a Deus com o melhor que possuem, na seriedade com que se dedicam e como são bons mordomos, na gratidão a Deus que demonstram ter.

Fui muito agraciada naquele dia. Muito mesmo. Que bom que venci o cansaço e o desejo de procrastinar.

Quer saber mais como foi?
Acesse o sítio do Palavrantiga ou do Eduardo Mano.





Aquele que providencia todas as coisas!

27 07 2009

Na sala de CasaNão existe palavra capaz de dar conta de toda alegria que sinto por ter podido tornar real a idéia do Sarau da Casa Verde. Muitos podem não compreender o motivo de tanto contentamento. Faço questão de explicar pois é uma excelente oportunidade de compartilhar algumas coisas que tenho experimentado.

Começo pelo sentimento de insatisfação. Sim, há algum tempo me coloquei no banco. Pedi férias ao patrão celestial – como se isso fosse possível. Dentre a insatisfação de estar à frente de atividades com o propósito de cumprir agenda ou movida pelo sentimento de culpa, fiz muita coisa mal feita. Faz bastante tempo que tenho a consciência de que retenho o melhor de mim pra Deus. Que droga o sentimento de boicote ao reino! Mas é recente o incômodo. Graças a Deus que ele surgiu! Ao olhar pra mim mesma, hoje, sou capaz de reconhecer meu potencial criativo. E fico pasma por tê-lo explorado tão superficialmente. Sem me autoflagelar por isso – finalmente!!! – tenho matutado sobre como posso exercer uma boa mordomia de tudo que o Pai tem me concedido. E com isso, tenho buscado perceber minhas habilidades e desenvolver potencialidades. Aconselho a todos seguir nesta viagem pra dentro de si, de vez em quando.expo da bia 6

Desejo descobrir a mim mesma. Sempre explorar mais dos meus limites. Crescer com as circunstâncias. Trabalhar com pessoas não é fácil e disto todos sabemos. A diferença em vez de nos aproximar, nos afasta. E é lindo ver Deus agindo através da diferença. Tenho alguma facilidade para planejar, organizar, lidar com problemas, pensar em soluções, desde que não esteja relacionado à cozinha ou à decoração! hehehe… E quando conhecemos a nós mesmos e respeitamos nossos limites, somos capazes de enxergar a potencialidade dos outros. E, com isto percebo a Igreja como corpo. O que eu não sei, há irmãos com quem posso contar. E pude contar com os braços, com as idéias, com a disposição de muitos irmãos, que me abençoaram tanto que nem imaginam!

E acho que vcs irão concordar comigo… A dependência está estreitamente a tudo isso. Dependi de Deus em muitos momentos para que operasse o impossível, para que agisse a partir dos meus limites. Dependi de dEle pra providenciar trasportes, alimentos, tempo estável, e para levar os nossos convidados. E fui surpreendida com mais de 50 pessoas circulando pela casa! Fui surpreendida com os elogios, com os convites, com as palavras de incentivo e de motivação. Acreditem: elas fizeram efeito!!! E só contribuíram para aflorar a vontade de criar mais!

Só sorriso!Não poderia terminar este comentário sem agradecer, primeiramente, a Cissa, minha amiga doida. Sim, ela é doida! E pq? Pq decidi fazer o Sarau no final do mês passado, enquanto terminávamos os preparativos da Festa da Roça.
E quando comuniquei que faríamos (não foi um convite! hehehe), de pronto, ela topou encarar o desafio. E, apesar de alguns estresses no caminho, tenho certeza de que ela se divertiu tanto quanto eu. Muito grata, querida, por me ajudar neste primeiro Sarau! Obrigada por se disponibilizar, mesmo com tantas responsabilidades. Valeu, chefa (ela é presidente da Federação de UMP – PGNB e agora presidente da Sinodal Rio) por apoiar a Secretaria de Evangelismo.

Agradeço, tb, a todos os amigos que compareceram e a todos da Casa Verde, até então conhecida como Igreja presbiteriana da Abolição, por terem me apoiado. Sem vocês na retaguarda, na cozinha, na arrumação, na limpeza, e com as doações, o Sarau não teria acontecido.

Gratidão. É outro sentimento que tenho aprendido a experimentar.








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