Lista com os nomes de 101 passageiros que estavam no vôo AF447

3 06 2009

1. Adriana Francisco Sluijs, assessora da presidência da Petrobras;
2. Agostino Cordioli, italiano. Empreendedor do ramo da construção civil;
3. Ahamed Fouzi, técnico em veterinária marroquino
4. Aisling Butler, médica irlandesa;
5. Alexander Bjoroy, 11 anos, estudante britânico
6. Alexander Paulitsch, consultor empresarial italiano;
7. Ana Carolina Rodrigues, membro da ONG Viva Rio;
8. Angela Cristina de Oliveira Silva, italiana responsável pelo Centro Internacional de Orientação e Defesa da Mulher Estrangeira (Ciods);
9. Andrés Suárez Montes, engenheiro natural da província espanhola de Sevilha;
10. Antonio Augusto Gueiros, diretor da Michelin na América do Sul;
11. Anna Negra, de 28 anos, espanhola, retornava de viagem de lua de mel;
12. Anne Haris, 54, mulher de Michael Harris;
13. Arden Jugueta, marinheiro filipino;
14. Arthur Coakley, capitão de navio, britânico;
15. Bianca Machado Cotta, recém-formada em Medicina;
16. Brad Clames, 49, funcionário da Coca-Cola na Bélgica;
17. Carlos Eduardo Lopes de Mello, procurador federal;
18. Carmen E., economista alemã. Filha de Rolf E.
19. Christine Badre Schnabl, 34, sueca
20. Christine Pieraerts, funcionária da Michelin na França;
21. Clara Mar Amado, 32 anos, comissária de bordo argentina;
22. Clara Sofie E., 2 anos, alemã. Filha de Carmen E.
23. Claudia Degli Esposti, consultora da Agência de Desenvolvimento da Região da Emilia-Romagna (Ervet), de Bolonha, na Itália;
24. Claus-Peter Hellhammer, 28 anos, funcionário da ThyssenKrupp Steel, em Duisburg, na Alemanha;
25. David Robert, 37, francês, copiloto da aeronave;
26. Deise Possamai, fiscal de tributo;
27. Eduardo César Moreno, gerente da Petrobras no Irã;
28. Eithne Walls, médica e dançarina irlandesa;
29. Erich Heine, presidente do conselho administrativo da ThyssenKrupp CSA;
30. Enzo Canelletti, italiano. Marido de Angela Cristina de Oliveira Silva;
31. Fatma Ceren Necipoglu, professora turca;
32. Ferdinand Porcaro, 79 anos, oftalmologista aposentado;
33. Fouad Haddour, veterinário marroquino
34. Francisco Eudes Mesquita Valle, marido de Maria de Fátima e pai de Paulo Valle Brito;
35. Giovanni Battista Lenzi, conselheiro regional de Trentino-Alto Ádige, na Itália;
36. Georg Lercher, empreendedor do setor madeireiro, italiano;
37. Georg Martiner, de origem brasileira, foi adotado por uma família italiana;
38. Graham Gardner, 52 anos, marinheiro britânico;
39. Gustavo Henrique Brito dos Santos, 30 anos, advogado;
40. Gustavo Peretti, funcionário brasileiro da StatoilHydro;
41. Hannelore E., dona de casa alemã. Mulher de Rolf E.;
42. Harald Maximillian Winner, 44 anos, alemão;
43. Hilton Jadir de Souza, engenheiro da Petrobras;
44. Ines G., 31 anos, alemã;
45. Iris M., 21 anos, alemã;
46. Isabelle Bonin, 36, mulher do co-piloto Pierro-Cedric Bonin;
47. Izabela Maria Furtado Kestler, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
48. Jane Deasy, 27 anos, médica irlandês;
49. Jean-Claude Lozouet, empresário;
50. João Marques da Silva Filho; engenheiros do Estaleiro Atlântico Sul;
51. José Gregório Marques, 70 anos, juiz federal aposentado;
52. José Roberto Gomes, professor do Instituto de Administração da Pontífica Universidade Católica do Rio (PUC-Rio);
53. José Ronnel Amorim, 35 anos, dentista, morava em Londres;
54. Júlia Chaves de Miranda Schmidt, advogada mineira;
55. József Gallasz, músico húngaro
56. Juliana Ferreira Braga de Aquino, cantora;
57. Koo Hak-rim, 40 anos, sul-coreano;
58. Kristian Berg Andersen, 37 anos, norueguês funcionário da StatoilHydro;
59. Laura Rahal, 28 anos, engenheira civil sueca;
60. Leonardo Dardengo, 32 anos, morava em Toulouse, na França
61. Letícia Chem, gerente da Oi;
62. Lucas Gagliano Jucá, 24 anos, comissário de bordo da Air France;
63. Luciana Sebá, psicóloga;
64. Luigi Zortea, membro da ONG italiana Trentini nel Mondo;
65. Luis Claudio Monlevad, empregado da empresa de tubulações Saint-Gobain;
66. Luis Roberto Anastácio, presidente da Michelin na América do Sul;
67. Marc Dubois, 58, francês, comandante da aeronave;
68. Marcela Marques Pellizon, funcionária brasileira da StatoilHydro;
69. Marcelle Valpaços Fonseca Lima, 33 anos, procuradora do Estado do Rio de Janeiro. Mulher de Marcelo Parente;
70. Marcelo Parente, assessor do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes;
71. Marcia Moscon de Faria, funcionária do Tribunal de Justiça do RJ;
72. Marco Antônio Camargo Mendonça, diretor de ferros e ligas da companhia Vale do Rio Doce;
73. Maria de Fátima, arquiteta e mãe de Paulo Valle Brito;
74. Martin, 29 anos, médico alemão. 75. Mateus Nazareth Ceva Antunes, filho de Patrícia e Octavio Augusto Ceva Antunes;
76. Michael Harris, 60 anos, geólogo americano
77. Moritz Koch, 54 anos, arquiteto alemão;
78. Nelson Marinho Filho, mecânico;
79. Octavio Augusto Ceva Antunes, professor do Instituto de Química da UFRJ;
80. Pablo Dreyfus, membro da ONG Viva Rio;
81. Patrícia Nazareth Ceva Antunes; mulher do professor da UFRJ Octavio Augusto Ceva Antunes;
82. Paulo Valle Brito, empresário. Marido de Luciana Sebá;
83. Pedro Luis de Orleans e Bragança, príncipe descendente de D. Pedro II;
84. Philipe Schnabl, 5 anos, filho de Christine Schnabl;
85. Pierre-Cedric Bonin, 32, copiloto da aeronave;
86. Rajae Tazi Mouka, veterinário marroquino
87. Regine E., professora de música alemã. Filha de Rolf E.
88. Rino Zandonai, membro da ONG italiana Trentini nel Mondo;
89. Rita Szarvas, terapeuta ocupacional húngara;
90. Roberto Correa Chem, cirurgião plástico;
91. Rolf E, alemão. Aposentado
92. Sandrine Artiguenave, 34 anos, francesa;
93. Silvio Barbato, ex-diretor musical da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro;
94. Simone Jácomo dos Santos Elias, 40 anos, funcionária do Tribunal de Justiça do RJ;
95. Sonia Maria Esteves Amorim, funcionária do Tribunal de Justiça do RJ;
96. Sônia Porcaro, 67 anos, mulher do oftalmologista aposentado Ferdinand Porcaro;
97. Stephane Artiguenave, 35 anos, funcionária de uma distribuidora elétrica;
98. Teresa Moreno Marques, 66 anos, advogada;
99. Valnizia Betler, 44 anos, morava em Munique;
100. Vera Chem, psicóloga clínica;
101. Zoran Markovic, 45 anos, marinheiro croata.

Fonte: Terra





Pedro de Orleans e Bragança: o príncipe dos trópicos.

3 06 2009

Com as notícias veiculadas pelos jornais sobre o acidente com o airbus da Air France, no último domingo, soubemos que cerca de 60 brasileiros encontravam-se no avião. Eram executivos de grandes empresas, procuradores, professores universitários, cientistas, médicos, músicos – senhores e muitos jovens. Dentre eles, Pedro Luis de Orleans e Bragança, membro da família que governou o Brasil na época do Império, descendente de D.Pedro II.

Creio que seja necessário destacar que Pedro, apesar do título de nobreza que sustentava, não é herdeiro do trono do Brasil, como publicou a Folha de São Paulo, no dia 1/06/2009. E não é herdeiro da família real brasileira, simplesmente porque ela não existe. Se eu não me engano, faz alguns anos (desde 1889) que foi proclamada a República neste país, cujo sistema de governo é presidencialista. Ainda que, por vezes, julguemos ser uma falácia, tal República Federativa também é democrática.

Como defensora da democracia, da liberdade de pensamento e do diálogo, creio que seja interessante expor um pouquinho de quem era Pedro Luiz Maria José Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orleans e Bragança e suas aspirações políticas,segundo as informações concedidas pelo escritório da família Orleans e Bragança, em SP, ao Estadão.

Pedro com a sua tia D. Maria Thereza

Pedro com a sua tia D. Maria Thereza

“Aos 26 anos, ele queria se casar para manter uma tradição tão cara aos Orleans e Bragança: o sonho de restaurar a monarquia nos trópicos. Vivia em Luxemburgo e sabia que ali, no pequeno país europeu incrustado entre França, Bélgica e Alemanha, estava mais próximo dos castelos que frequentava, dos casamentos e aniversários, das festas, dos encontros de nobres. Os monarquistas estão de luto. (…) Formado em administração de empresas e com pós-graduação em economia, dom Pedro Luiz estagiava numa instituição financeira de Luxemburgo. Como primogênito, sempre acompanhou o pai na luta por manter a herança monárquica entre os brasileiros. Foi assim em 1993, quando se empenharam, sem sucesso, pelo referendo que discutiu a restauração da monarquia – o Brasil se tornou República em 1889. Ainda criança, dom Pedro Luiz era visto ao lado do pai na campanha.

Pedro Luiz era tetraneto de dom Pedro 2.º e trineto da princesa Isabel, que assinou a abolição da escravatura no Brasil. Foi alçado à condição de quarto na linha de sucessão, porque a tradição isolou parte da Família Real, todos os herdeiros do filho mais velho da princesa Isabel, Dom Pedro de Alcântara. Este renunciou aos direitos para se casar com uma plebeia. Sempre que isso ocorre, perde-se o direito de representar oficialmente o nome da dinastia como a dos Orleans e Bragança. “Espanha e Portugal aboliram a exigência de que casamentos reais devem ocorrer entre príncipes e princesas de alguma dinastia, mas a família imperial brasileira, não”, explica Alan Morgan, do Movimento Brasil Imperial.

Além disso, o jovem presente na lista das vítimas do acidente aéreo estava bem posicionado porque seus tios, dom Luiz e dom Bertrand, primeiro e segundo na linha de sucessão, são solteiros e não tiveram filhos. Antes ligados à organização religiosa Tradição, Família e Propriedade (TFP), eles chegaram a indicar, caso o referendo de 1993 fosse vitorioso, que dom Pedro Luiz seria o melhor candidato para assumir o comando da monarquia. Seu pai, dom Antonio, terceiro na sucessão, por um bom tempo exerceu a engenharia na área estrutural e hoje se ocupa das artes, como um aquarelista.

Desde 1999, dom Pedro Luiz era presidente de honra da Juventude Monárquica. Possui os títulos da Grã-Cruz das Ordens Imperiais de Dom Pedro 1.º e da Rosa. Na internet, o movimento Causa Imperial criou uma comunidade em seu nome, hoje com 460 membros. Nesta segunda, mensagens lamentavam a perda do príncipe brasileiro.”





Avião da Air France que seguia do Rio de Janeiro para Paris está desaparecido

1 06 2009

Um avião Airbus 330-200 da Air France que seguia do Rio de Janeiro para Paris desapareceu nesta segunda-feira dos radares quando sobrevoava o Oceano Atlântico. De acordo com a companhia aérea, havia 228 pessoas, 12 delas tripulantes – três técnicos e nove comissários – a bordo do voo AF 447. Segundo o governo francês, a maioria dos passageiros era brasileira. Havia ao menos 40 franceses e mais de 20 alemães na aeronave. Dos 216 passageiros, eram 126 homens, 82 mulheres, sete crianças e um bebê.
O avião partiu do Rio às 19h de domingo e deveria chegar a Paris nesta segunda-feira às 11h15 (06h15, hora de Brasília). A FAB afirmou que o último contato com o voo AF 447 foi feito às 22h33 (horário de Brasília) de ontem, portanto três horas após a sua decolagem. Segundo a Air France, uma mensagem automática foi recebida às 2h14m da manhã (23h14m em Brasília) indicando uma pane do circuito elétrico numa zona afastada da costa.
Há algumas hipóteses para o desaparecimento da aeronave , entre elas a que o Air Bus tenha sido atingido por um raio . Outra seria que o transponder do avião tenha dado defeito, mas as chances são poucas.
Segundo o aeroporto Charles De Gaulle, já há foi aberto um centro de monitoramento de crise para receber as famílias. Os parentes de passageiros devem entrar em contato com a companhia aérea no aeroporto. A Air France disponibilizou um número de telefone para que parentes dos passageiros. O telefone é 00 xx 33 1570 210 55. Para o Brasil, o número é 0800 881 2020. Para a França é 0800 800 812.








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