Guia-me Sempre
Onde guiar-me, meu senhor
Te seguirei por seu amor
É tua mão que me conduz
Por mim ferida sobre a cruz
Guia-me sempre, meu senhor
Guia meus passos, salvador
Tu me compraste sobre a cruz
Guia-me em tudo, meu jesus
Sigo sem medo, meu senhor
Que me encheu do seu amor
Sentindo perto a sua mão
Posso cantar na escuridão
Guia-me sempre, meu senhor
Guia meus passos, salvador
Tu me compraste sobre a cruz
Guia-me em tudo, meu jesus
Para o teu reino me conduz
Pelo jardim ou pela cruz
Lá ficou morto o velho eu
Lá meu espírito reviveu
Guia-me sempre meu senhor
Guia meus passos, salvador
Tu me compraste sobre a cruz
Guia-me em tudo, meu jesus
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“Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda ciência; ainda que eu tenha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei. E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que eu entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará” (1 Co 13: 2,3)
(Rio de Janeiro, 27 de junho de 2009)
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Escolher não é fácil, mas faz parte do desafio de experimentar a vida. Viver requer esforço, principalmente quando se tem a perspectiva de que há a possibilidade de desfrutar de vida em abundância. Facilmente optamos pelo que nos proporciona prazer imediato. Nestas boas sensações desejamos estar imersos durante todo o tempo. E para que isso aconteça, escolhemos.
Tendemos a adiar a dor o mais que pudermos, para prolongar ao máximo aquela fugaz sensação de satisfação. Uma completude que tem prazo de validade. Tem aproximadamente a duração do efeito de um cigarro, de uma dose, de uma trepada ou de uma singela barrinha de chocolate. Tem destino certo, o inconsciente, através daquela viagem induzida. Lá, é possível acessar nossas fantasias, fantasmas, dores, alegrias, sonhos, pulsões. Quando há o retorno, a companhia da solidão é certa. A frustração, a insegurança e o medo não deixam de participar da festa – regada àquela alegria que se compra no mercado. Costumam dizer que isso é liberdade. Chamo a isso escravidão, pois fica-se refém do desejo – insaciável, devo salientar, por prazer, poder e segurança. São três elementos que construímos como metas existenciais, portanto, esvaziadas de sentido. São metas inalcançáveis por nossos próprios esforços. E pq? Pq sempre existirá a liberdade do outro que deve ser considerada como a nossa, ou seja, será vivenciada da maneira mais profunda, sem limites. Sem respeito.
Por prazer, poder e segurança, abrimos mão da vida e nos satisfazemos com o pouco que a simples existência pode nos relegar. São os pilares do consumo. Movem a economia da sociedade contemporânea. São temas para os tratados filosóficos, livros de auto-ajuda, tortas linhas de diários e devaneios de jovens que, insônes, se dedicam a compartilhar seus pensamentos na madrugada por meio da internet.
Eu tenho esperanças de viver e isto não vem de mim. Anseio por não necessitar olhar para trás para ter certeza de que vivi. É fácil existir, mas gosto de desafios. E você?
(Rio de Janeiro, 20/05/09 – 01:39)
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Esta Telha é feita de barro.
Como bem escreveu (e cantou) Marcos Oliveira, da banda Palavrantiga:
Sou feito de barro
Do pó dessa terra
O sopro de vida
É o vento que sopraste em mim
Tu sabes quem eu sou.
Fui homem perfeito
Completo, inteiro
Da escolha que fiz
A queda que vi
Me separou de Ti
Tu sabes quem eu sou.
Clamei o meu Deus em alta voz
Gritei o Seu nome na noite escura
Cristo redentor, olhando pra mim
Abriu os Seus braços e me chamou
Me chamou.
Vem…
Misericórdia, Graça e um cálice de amor
Estão na minha mesa antes do sol se por
Todos os dias Deus restaura meu ser
Toda essa obra é tão grande, eu sei, eu sei
Reconciliação!
Tu sabes quem eu sou.


Muito bom te “ler”.
Vou voltar e ler mais.
abraços
Marilza
Seja bem vinda, sempre!
Gostei muito do blog. Vou voltar mais vezes, pode apostar.
Abração,
Leonardo.
Será sempre bem vindo, Leonardo!
Prenda,
Melhor do que ler sobre ti e teus pensamentos é estar ao teu lado cada momento. É sentir no olhar e nos gestos neste turbulento mundo modesto.
Um Dark Metal Bjux!!!!
Moacir – Tchê!!!